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Mostrar histórico de vacinas poderá ser obrigatório em escolas e empresas

Ministro da Saúde comenta sobre os projetos que têm como objetivo aumentar as taxas de imunização no Brasil.

Por Nathalia Giannetti 25 mar 2019, 11h17 | Atualizado em 15 jan 2020, 21h39
Linha de frascos com medicação e seringa na mesa de metacrilato branco com plano de fundo da janela. Composição horizontal. Vista frontal.
 (GettyImages / Davizro/Reprodução)
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Na última semana, foi anunciado que o Brasil não terá mais o certificado de país livre do sarampo, tudo por causa da queda da vacinação no país. Para reverter esse quadro, o Ministério da Saúde busca implantar uma série de novas medidas que incentivam a vacinação.

O objetivo do governo é deixar as taxas de imunização acima de 95%, aumentando cerca de 15 pontos percentuais. Entre as ações está a organização de um projeto de lei que irá tonar obrigatória a apresentação de carteirinha de vacinação ao matricular uma criança na escola.

https://twitter.com/minsaude/status/1108357069487464448

A ideia é dar um prazo para a atualização da carteira de vacinação, mas se os pais não o cumprirem, o Conselho Tutelar poderá ser acionado. A matrícula em si não será vetada, mas, como afirmou o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista à Folha de S.Paulo, é importante “lembrar que os não vacinados trazem para dentro da escola um risco coletivo”.

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Outra medida que está sendo estudada pelo Ministério é a obrigatoriedade da cobrança, por parte de empresas, do status vacinal de todos os seus funcionários, independentemente da área de trabalho e periculosidade da função. 

“Não é uma coisa restritiva. Os médicos podem solicitar o histórico de vacinas e, se não tiver atualizado, orientar e trabalhar pra isso”, afirma Mandetta. Então, assim como no caso do ingresso em escolas, a norma pretende incentivar a imunização dos brasileiros e não promoverá limitações.

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