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Hábitos simples para se prevenir da infecção urinária

Saiba como se prevenir das desconfortáveis infecções urinárias, tão comuns nas mulheres

Por Redação M de Mulher 22 set 2013, 21h00 | Atualizado em 15 jan 2020, 13h58
Reportagem: Marília Medrado/ Edição: MdeMulher
Reportagem: Marília Medrado/ Edição: MdeMulher (/)
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Tomar muita água e higienizar adequadamente a região são medidas fundamentais 
Foto: Getty Images

Quem já sofreu com infecção urinária sabe o quanto é desconfortável. É como se tivesse caquinho de vidro no xixi de tanta ardência no canal por onde sai a urina. Imagine que esse mal pode se repetir ao longo do ano. “Até 80% das mulheres terão pelo menos uma infecção urinária na vida. Delas, 20% tendem a ter a de repetição”, diz o urologista Alfredo Canalini, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, do Rio de Janeiro. O quadro de repetição significa duas crises em seis meses ou três ou mais em um ano. Veja os hábitos simples que você deve adotar na rotina para prevenir a infecção urinária, uma ou repetidas vezes.

Principais sintomas

“Ao sentir o primeiro sinal de dor ou ardência ao fazer xixi, procure um urologista”, diz Canalini. Os principais sintomas são:

– Dor ao urinar e na região do baixo-ventre

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– Vontade intensa e repetida de fazer xixi

– Sangue na urina

– Xixi escuro e com forte odor

Tem que tratar!

Não tem jeito, infecção urinária se trata com antibiótico. “O médico vai receitar o remédio e a dose certa e, por volta de 12 horas depois, os sintomas já desaparecem”, diz Canalini. Como prevenção, o médico pode dar doses baixas de medicação por um longo período. Consulte um médico!

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Por quê?

A infecção urinária acontece porque bactérias, localizadas principalmente entre a vagina e o ânus, entram pelo canal por onde sai o xixi. Isso irrita a bexiga, o que os médicos chamam de cistite. O quadro é mais grave se essas bactérias atingirem os rins, o que causa febre e mal-estar. “E mais: se as bactérias caírem na corrente sanguínea, há chances de uma infecção generalizada com risco de morte”, explica Canalini. O papo é sério!

As causas

– Anatomia: O caminho da uretra feminina é curto, o que facilita a entrada das bactérias até a bexiga.

– Alerta: Outras causas podem ser queda da imunidade, problemas ginecológicos, gravidez, fatores genéticos, alteração hormonal e diabetes.

– Vida sexual: “O ato sexual muda o ph da vagina, o que pode favorecer infecções”, diz o urologista Fernando Almeida, de São Paulo.

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Prevenir, prevenir!

– Hidratação: Beba muita água para estimular a produção de xixi. Isso ajuda a eliminar as bactérias. A recomendação é ir ao menos cinco vezes ao banheiro ao longo do dia.

– Higiene: Sempre passe o papel higiênico no sentido da vagina para o ânus. Isso evita o contato das bactérias do intestino na região íntima. “No banho, lave a vagina normalmente para não alterar as defesas naturais”, diz Canalini. Nada de jogar o chuveirinho lá!

– Fibras: Aposte em alimentos ricos em fibras para não ter prisão de ventre, o que facilita a cistite. 

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