Casa Clã 2026: Veja os destaques e o que marcou o 1° dia do evento
Casa Clã celebra a força feminina em debates sobre autoconhecimento, liderança, esporte, consumo e direitos no primeiro dia do evento
O primeiro dia da Casa Clã 2026 ocorreu nesta sexta-feira (20). Organizado pela revista CLAUDIA, o evento reúne anualmente mulheres para compartilhar experiências, promover reflexões e discutir caminhos de transformação. Este ano, participam nomes como Eliana, Débora Nascimento e Nátaly Neri, entre outras.
Pratos assinados por Morena Leite
A programação começou com um almoço conduzido pela chef Morena Leite, que combina técnicas francesas com ingredientes tropicais brasileiros. A empresária é fundadora do Grupo Capim Santo, que reúne restaurantes, buffet e o Instituto Capim Santo, voltado à capacitação gastronômica.
“A comida vai muito além de nutrir o corpo. Ela cria vínculos, conta histórias e nos fortalece emocional e culturalmente. Comida é afeto, é alegria, é saúde, é diversão e também uma forma de arte”, afirmou à CLAUDIA. À tarde, a chef também preparou um coffee break.
Como se manter criativa e relevante
Com participação de Eliana e de Patricia Chacon, CEO da Porto Seguro, o talk abordou os desafios de manter criatividade e relevância em um cenário de mudanças constantes, destacando a importância da autenticidade ao longo do tempo.
“É um desafio porque estou à frente de um programa dominical na TV Globo, em um espaço historicamente ocupado por homens”, disse Eliana, sobre o Em Família com Eliana. “Ouvir as novas gerações ajuda a construir pontes. Cheguei onde estou porque pessoas mais velhas tiveram paciência para ensinar e humildade para ouvir”, afirmou Patricia.
Toda mulher tem a sua verdade. Qual é a sua?
O eixo do autoconhecimento ganhou destaque no encontro apresentado por Dermacyd. A conversa reuniu nomes como Silvia Henz, Kelly Stein e Carol Vasconcellos, que discutiram identidade a partir de diferentes perspectivas, da moda à maternidade.
“Vivemos numa sociedade cuja imagem é performance. Se me deixo levar pelos barulhos externos, ficarei em dúvida o tempo todo. É o caso de se lembrar: ‘É a minha verdade? Ou são verdades dos outros que estão falando para mim?’”, afirmou Carol.
“Enquanto mulheres, nossa autoestima é um produto. E gente satisfeita é péssimo comprador. Antes de ser uma pessoa, você é uma consumidora. E uma pessoa com autoestima baixa é uma consumidora bem maior”, disse Silvia.
A Copa é nossa: mulheres nos esportes
Após o intervalo para o café, o evento discutiu a presença feminina no esporte e na cobertura esportiva. A jornalista Bárbara Coelho e a medalhista olímpica Yane Marques falaram sobre visibilidade no esporte e na cobertura dele.
“Falar que uma mulher não pode ocupar determinado espaço não é livre-arbítrio, opinião ou liberdade de expressão. É sexista, misógino e machista”, afirmou Bárbara. “A gente carrega mais tempo de proibição do futebol feminino do que de liberação, isso diz muito sobre a nossa história”, diz Yane.
O consumo é feminino
A consultora de moda Thaís Farage trouxe reflexões sobre o protagonismo feminino nas decisões de compra e o impacto disso nos mercados. “Não precisamos fazer um detox nas montanhas. Podemos estar presentes de fato no que estamos fazendo no dia a dia”, afirmou.
Em defesa dos nossos direitos
Em um momento de pressão sobre direitos femininos, a advogada Fayda Belo e a delegada Adriana Liporoni destacaram a importância da legislação e de políticas públicas.
“Amor não dói, não machuca e não invade o espaço do outro. Quando isso acontece, tem nome: é abuso. Mulheres e meninas têm o direito de amar e viver longe de qualquer forma de violência”, disse Fayda. “O que faz diferença na defesa das mulheres é garantir políticas públicas que encorajem e permitam que elas enfrentem a violência”, afirmou Adriana.
Ser mulher jovem no Brasil
O primeiro dia foi encerrado com reflexões sobre a experiência de jovens mulheres no país. A comunicadora Nátaly Neri e a atriz Ana Hikari discutiram escolhas, relações e expectativas.
“Estamos colocando a cara no mundo e realizando o que sempre foi reservado aos homens”, disse Nátaly. “Sou a primeira de muitas gerações a ter representatividade na arte”, comentou Ana Hikari.
Sobre a Casa Clã 2026
Casa Clã 2026 tem patrocínio de Dermacyd, apoio da Secretaria de Políticas para a Mulher do Estado de São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo e da Brutal Fruit, além de parceria com a Casa Bontempo.
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