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Choro contido para fazer sorrir

Por trás das piadas, comediantes geralmente se mostram sérios e até deprimidos no fundo, os humoristas têm uma tristeza escondida para fazer rir

Por Xênia Bier (colunista) 6 jan 2015, 14h49 | Atualizado em 14 jan 2020, 23h12
Ernani D’Almeida
Ernani D'Almeida (/)
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Vou repetir aqui o que já escrevi há algum tempo e acrescentar algumas coisinhas mais. Lá vai: o humor como profissão é, a meu ver, para gente jovem, e mais especificamente para homens jovens. Dizem que nós, mulheres, não temos senso de humor. Cara leitora, pode baixar a tromba, mas é verdade, não temos mesmo. Nós somos dramáticas!

Veja você, os homens amadurecem psicologicamente até os 12 anos, depois é só o corpo que cresce. As mulheres amadurecem mais cedo, assumem a vida com seriedade. Você já viu uma mulher adulta brincando de casinha com boneca e tudo mais? Pois os homens continuam até o fim da vida brincando de carrinho (Fórmula 1) e bola (futebol). Mas, voltando ao humor, é preciso ser jovem, inconsequente, louco e crente de que pode mudar o mundo. Mas, quando a vida já bateu duro, o humor fica amargo.

Sou admiradora desta nova turma jovem do Porta dos Fundos, capitaneada por Fábio Porchat e Gregorio Duvivier. São magnificamente talentosos, e me parecem pelo olhar deprimidos. Condição psicológica de todo grande humorista. De Chico Anysio, passando por Ronald Golias, Renato Aragão e todos com algo amargo no peito. Levando adiante a história do palhaço que esconde a lágrima para fazer o público rir. E não é só no Brasil, no mundo a história dos humoristas é sempre triste e solitária; quanto maior seu talento, maior sua depressão. Estão preparados, Fábio Porchat e Gregorio Duvivier?

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