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João Emanuel Carneiro reconhece erro em novela: “foi uma lição para mim”

Em entrevista ao programa de Pedro Bial, autor reconheceu falta de representatividade na novela "Segundo Sol", de 2018

Por 18 out 2020, 12h58 | Atualizado em 4 jun 2026, 14h21
Segundo Sol Giovanna Antonelli Emilio Dantas Deborah Secco
Da esq. para a dir.: Giovanna Antonelli, Emilio Dantas e Deborah Secco, o trio de protagonistas de "Segundo Sol" (Rede Globo-João Cotta/Divulgação)
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João Emanuel Carneiro reconhece erro em novela: “foi uma lição para mim” Priorizar nos meus resultados Google

Se o cenário baiano foi, ao longo dos anos, um queridinho das novelas  globais, mas a representatividade de seu povo – majoritariamente negro -não.

Em entrevista ao programa de Pedro Bial, na sexta-feira, 16, o autor João Emanuel Carneiro, criador de “Segundo Sol” (2018), folhetim criticado  por colocar a maior parte de atores brancos em uma trama que se passa na Bahia, reconheceu o erro, percebido, diz ele, a partir das cobranças sofridas na época.

“A gente está aprendendo, está certo, tem que fazer novelas com mais atores negros. Nesse evento eu aprendi. Foi uma lição para mim”, disse.

Pouco antes da estreia da novela, em maio de 2018, o Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) encaminhou uma notificação à Rede Globo sobre a falta de representatividade da novela, ambientada na Bahia.

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A novela, com seus principais atores brancos, foi também processada por práticas racistas e discriminatórias na Bahia, por iniciativa do grupo União de Negros pela Igualdade (Unegro Brasil). A ação exigia mais atores negros na trama. Relembre aqui 4 micos dessa novela das 9h.

 

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