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O que é ser pansexual: significado, bandeira e como saber se você é

Buscas pelo termo dispararam, e é importante conhecer para não disseminar preconceitos

Por Joana Oliveira
7 dez 2022, 08h43 • Atualizado em 4 nov 2025, 19h51
lose de uma mão segurando um broche redondo com as cores da bandeira pansexual — rosa, amarelo e azul — em destaque, representando orgulho e diversidade.
essoa segura um broche com as cores rosa, amarelo e azul, símbolo da bandeira pansexual e da representatividade dentro da comunidade LGBTQIAP+. (Abraham Gonzalez Fernandez/Getty Images)
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  • Miley Cyrus, Preta Gil, Reynaldo Gianecchini, Bella Thorne, Janelle Monáe e Bianca Andrade são apenas alguns exemplos de celebridades que, nos últimos anos, assumiram publicamente sua pansexualidade — e ajudaram a aumentar o interesse pelo termo no mundo todo. Mas afinal, o que é ser pansexual e qual o significado da pansexualidade?

    O que significa ser pansexual

    De acordo com a sexóloga Bárbara Menêses, “a pansexualidade é uma orientação afetiva e sexual de pessoas que sentem atração por outras, independentemente de sexo e gênero. Elas se atraem pela afinidade, inteligência, personalidade e outras características. Não importa a genitália da outra pessoa nem se ela é homem, mulher ou não-binária”.

    O termo “pansexual” tem origem no prefixo pan, que significa “tudo”, e no início do século XX chegou a ser mencionado por Sigmund Freud — embora seu conceito inicial tenha sido reformulado. Hoje, ser pansexual significa sentir atração sem limitações de gênero, um conceito que conversa com as novas gerações que valorizam a fluidez e questionam rótulos.

    Bandeira pansexual: o que ela representa

    Imagem da bandeira pansexual, com três faixas horizontais: rosa na parte superior, amarela no meio e azul na parte inferior, símbolo de orgulho e diversidade de gênero.
    A bandeira pansexual é composta por três faixas horizontais em rosa, amarelo e azul, representando a atração por mulheres, pessoas não binárias e homens, respectivamente. (oleksii arseniuk/Getty Images)

    Assim como outros grupos da comunidade LGBTQIAP+, os pansexuais têm símbolos próprios de orgulho e identificação. O principal deles é a bandeira pansexual, composta por três faixas horizontais: rosa, amarela e azul.

    • Rosa: representa a atração por pessoas que se identificam como mulheres;
    • Amarela: simboliza o interesse por pessoas não-binárias, agênero ou genderqueer;
    • Azul: expressa a atração por pessoas que se identificam como homens.
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    A bandeira pansexual reforça a ideia de inclusão e de amor sem fronteiras de gênero.

    Como saber se você é pansexual

    Muitas pessoas se perguntam como identificar se são pansexuais. Segundo a sexóloga Bárbara Menêses, a resposta passa por observar como você sente atração.

    Se o que te desperta desejo, interesse ou conexão vai além de gênero, aparência ou corpo — e se você pode se apaixonar por pessoas não-binárias, homens ou mulheres sem que isso mude a forma como se vê —, talvez se identifique com a pansexualidade.

    Não há um “teste” definitivo: trata-se de um processo de autoconhecimento e liberdade afetiva, que pode evoluir com o tempo.

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    Pansexualidade x bissexualidade: entenda a diferença

    É comum confundir pansexualidade e bissexualidade, mas há diferenças importantes. Enquanto bissexuais se atraem por homens e mulheres, pansexuais se atraem por pessoas de qualquer identidade de gênero.

    “A pansexualidade é mais abrangente e dá um passo além, negando a importância do gênero nas trocas afetivas e sexuais”, explica Bárbara. Isso não quer dizer que pessoas pansexuais sentem atração por todo mundo: “Um indivíduo pansexual pode se casar e viver um relacionamento monogâmico, como qualquer outro”, acrescenta.

    Respeito e representatividade

    Um dos principais preconceitos enfrentados por pessoas pansexuais é a associação injusta com promiscuidade. “O número de pessoas com quem alguém se relaciona não tem a ver com identidade de gênero ou orientação sexual”, reforça Bárbara Menêses.

    A crescente visibilidade da pansexualidade — especialmente entre millennials e Gen Z — reflete um movimento de aceitação da diversidade sexual e de gênero. Ainda assim, muitos direitos da comunidade LGBTQIAP+ precisam ser mantidos e ampliados.

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