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Marcha das Mulheres vai reunir cerca de 200 mil pessoas nos EUA

A ideia da "Women's March on Washington" surgiu logo após a eleição de Donald Trump e também vai rolar em outras cidades do mundo.

Por Giovana Feix
19 jan 2017, 16h54 • Atualizado em 15 abr 2024, 17h30
NEW YORK, NY - NOVEMBER 3: A group of protestors, comprised mostly of women, rally against Republican presidential candidate Donald Trump outside of Trump Tower, November 3, 2016 in New York City. Election Day is less than a week away in the United States, where citizens will choose between Donald Trump and Hillary Clinton to become the next president. (Photo by Drew Angerer/Getty Images) (Drew Angerer/Equipa/Getty Images)
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  • Logo depois que Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos, em novembro de 2016, uma vovó havaiana chamada Teresa Shook plantou a ~sementinha~ da “Women’s March on Washington“. As atuais organizadoras prevêem que a marcha em questão reúna em torno de 200 mil pessoas na capital norte-americana.

    Anti-Trump Protesters Continue To Demonstrate Across The Country
    (Spencer Platt/Equipa/Getty Images)

    Tudo começou quando Shook sugeriu, através de um evento no Facebook, que as norte-americanas demonstrassem sua indignação em relação ao novo presidente do país. Quando ela foi dormir, segundo a revista New Yorker, 40 pessoas haviam confirmado presença. Quando acordou – surpresa! -, eram mais de 10 mil os interessados.

    A data para a qual a marcha foi marcada cai no próximo sábado, dia 21 de janeiro – um dia depois da posse de Trump. “Vamos fazer isso logo no primeiro dia da presidência, porque queremos deixar uma mensagem”, conta Breanne Butler, uma das organizadoras, ao New York Times. “Nós estamos aqui, nós estamos de olho. E, além disso”, diz, irônica, “seja bem vindo à Casa Branca”.

    “Love Trumps Hate” Rally Held In New York’s Washington Square Park
    (Spencer Platt/Equipa/Getty Images)
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    A marcha vai receber de braços abertos mulheres e homens – de todas as idades, raças, orientações sexuais e nacionalidades. Além das mulheres, eles também vão defender todos que foram hostilizados durante a campanha e o seguirão sendo durante presidência Trump.

    Estão confirmadas no evento várias celebridades e personalidades influentes, como as atrizes Uzo Aduba e Danielle Brooks, de Orange is the New Black, America Ferrera, Scarlett Johansson e Julianne Moore. Além disso, a cantora Fiona Apple compôs uma canção que já está sendo adotada como “hino” para que as protestantes cantem no dia:

    Algumas manifestações “irmãs”, como o site da Women’s March denomina, vão acontecer ao redor do mundo. É o caso de cidades como Lima, no Peru, Copenhague, na Dinamarca, e também no Rio de Janeiro.

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