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Indígena, gay e trans: as vitórias da diversidade nas Eleições 2018

Conheça os candidatos que representam minorias e conseguiram feitos inéditos nessas eleições.

Por Júlia Warken
8 out 2018, 13h23 • Atualizado em 16 jan 2020, 07h18
 (Instagram/Reprodução)
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  • Nas Eleições 2018 alguns candidatos estão fazendo história e mostrando que a diversidade estará presente no legislativo. Em Roraima, pela primeira vez na história do país uma mulher indígena foi eleita deputada federal. O Espirito Santo colocou no Congresso o primeiro senador assumidamente gay. São Paulo passa a ter a primeira mulher trans na Assembleia Legislativa. Conheça aqui quem são essas pessoas.

    Joenia Wapichana

    A Câmara Federal existe há 190 anos e Joenia é a primeira mulher indígena eleita para ocupar uma cadeira por lá. Além disso, ela é considerada a primeira mulher indígena a se formar em direito no Brasil. Isso aconteceu em 1997 e onze anos depois ela viria a ser a primeira advogada indígena da história a se pronunciar no plenário do Supremo Tribunal Federal. Joenia também tem mestrado pela Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

    Ela tem 43 anos e candidatou-se pela Rede, o partido de Marina Silva. Antes de Joenia, somente um indígena havia conseguido chegar ao mesmo posto: Mário Juruna, do PDT, eleito entre 1983 e 1987, pelo Rio de Janeiro.

    Fabiano Contarato

    Eleito como senador pelo Espírito Santo, ele é a primeira pessoa abertamente LGBT a alcançar esse cargo. Aos 52 anos, também elegeu-se pela Rede, com 31,15% – tendo sido o senador mais votado pelos capixabas esse ano.

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    Formado e pós-graduado em direito, Fabiano é delegado da Polícia Civil desde 1992, além de professor, palestrante e ativista humanitário. Também atuou como diretor geral do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-ES). Na vida pessoal, ele é casado com um homem e pai de um menino.

    Erica Malunguinho da Silva

    Primeira pessoa trans a eleger-se como deputada estadual em São Paulo, Erica candidatou-se pelo PSOL e é ativista pelos direitos dos negros e LGBT. Natural de Pernambuco, ela é mestra em estética e história da arte.

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    Erica é criadora da Aparelha Luzia, um espaço cultural considerado quilombo urbano, que fica no centro de São Paulo. Também trabalha na capacitação de professores da rede pública e privada.

    Além dela, outra mulher trans foi eleita para atuar na Assembleia Legislativa de São Paulo pelos próximos quatro anos. Ela se chama Erica Hilton e participa da Bancada Ativista, que concorreu pelo PSOL. Trata-se de um grupo que candidatou-se de maneira conjunta e terá nove pessoas ocupado coletivamente uma vaga na Câmara.

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