Oferta Relâmpago: Claudia por 7,99

Por equidade salarial, islandesas saem do trabalho às 14h38

Para as islandesas, 24 de outubro é sinônimo de luta: o dia marca a greve de mulheres que, em 1975, mudou os rumos da igualdade de gênero no país.

Por Giovana Feix 25 out 2016, 09h20 | Atualizado em 21 jan 2020, 03h14
Reprodução / Instagram @rvkgrapevine
Reprodução / Instagram @rvkgrapevine (/)
Continua após publicidade
Por equidade salarial, islandesas saem do trabalho às 14h38 Priorizar nos meus resultados Google

Se hoje a Islândia é conhecida por ser um dos melhores países do mundo para ser mulher, isso com certeza se deve à gigantesca greve que as islandesas organizaram em 24 de outubro de 1975. Para provar o quanto é indispensável à sociedade, naquele dia, 90% da população feminina da Islândia deixou de trabalhar. Elas não foram ao trabalho, não fizeram tarefas domésticas, não cuidaram das crianças e nem mesmo cozinharam.

Ontem, 41 anos depois, elas se organizaram para fazer barulho mais uma vez. De forma bastante criativa, elas protestaram por uma das últimas barreiras da desigualdade de gênero no país: a desigualdade salarial. Diferente de 1975, combinaram de ir, sim, ao trabalho – mas saíram mais cedo, às 14h38.

A escolha do horário não se deu em vão: quando comparado com o masculino, o salário feminino no país faz com que as mulheres trabalhem de graça a partir das (sim!) 14h38. No dia de ontem, foi justamente este, o momento em que elas decidiram se levantar – e rumar à praça Austurvöllur na capital islandesa, Reykjavík.

Continua após a publicidade

Houve protestos semelhantes em 2005, quando o horário de saída do trabalho pelas mulheres foi 14h08, e em 2008, quando foi 14h25. Isso quer dizer que, aos poucos, a situação vai melhorando – mas, segundo as islandesas, não rápido o suficiente.

Continua após a publicidade

Em entrevista ao jornal islandês Rúv, o presidente da Confederação Trabalhista da Islândia, Gylfi Arnbjörnsson, falou sobre o quanto é difícil esperar 50 anos para que uma meta como esta seja atingida. “É inaceitável dizer que vamos ter corrigido isso em 50 anos. Isso é o tempo de uma vida inteira”, diz.

Continua após a publicidade

https://www.instagram.com/p/BL_HQyJDJsP/

https://www.instagram.com/p/BL9IgGHDx1A/

Continua após a publicidade

https://www.instagram.com/p/BL9F_EtA2t8/

https://www.instagram.com/p/BL8-kWPDDVK/

Continua após a publicidade

https://www.instagram.com/p/BL8-fHejbq3/

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto branco OFERTA RELÂMPAGO e Você pediu, a gente ouviu!. À esquerda, um ícone de árvore. À direita, capas de revistas digitais e um celular exibindo notícias, com raios brancos ao fundoBanner laranja com texto branco e contorno amarelo neon: OFERTA RELÂMPAGO e Você pediu, a gente ouviu!. Um ícone de árvore branca está no canto superior direito
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

Moda, beleza, autoconhecimento, mais de 11 mil receitas testadas e aprovadas, previsões diárias, semanais e mensais de astrologia!
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 67% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Claudia impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).