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Pílulas anticoncepcionais podem diminuir em 30% o risco de câncer

Estudo foi realizado ao longo de 40 anos com 46 mil mulheres. O mais longo da história sobre o assunto.

Por Roberta Tinti Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
25 mar 2017, 09h01 • Atualizado em 15 abr 2024, 16h39
 (PHILIPPE HUGUEN/AFP/Getty Images/Reprodução)
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  • Os métodos contraceptivos orais geram muitas polêmicas e discussões. Mesmo tendo pontos positivos, os efeitos colaterais que eles podem produzir no corpo feminino e, consequentemente, a possibilidade levar ao desenvolvimento de doenças bem sérias, têm assustado muitas mulheres.

    Agora, porém, uma boa notícia! Uma pesquisa realizada pela Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, ao longo de 40 anos, mostra que há outro lado positivo dos anticoncepcionais orais: eles podem reduzir os riscos de desenvolvimento de certos tipos de câncer, bem como não contribuem para o desenvolvimento de outros tipos.

    Os pesquisadores descobriram que a utilização da pílula anticoncepcional faz com que as mulheres tenham menor propensão a desenvolver câncer de ovário, endométrio e intestino. Segundo os resultados, o risco de ocorrência  diminui em 33%, 34% e 19%, respecitivamente.

    Leia também: Quero parar de menstruar. Como isso afetará o meu corpo?

    Assim, uma a cada três mulheres, que poderiam ter desenvolvido a doença no endométrio ou nos ovários, foi de certa maneira “protegida” por fazer uso de pílulas anticoncepcionais. Ao passo que, para a doença no intestino, a proporção é de uma em cada cinco. Quando se trata dos outros tipos de câncer, o estudo comprovou que utilizar esse método contraceptivo não aumenta as chances de desenvolvimento dessas tardiamente. Lisa Iversen, a líder da pesquisa, afirmou que, para alguns tipos de câncer, o efeito “protetor” pode durar cerca de 30 anos pelo menos.

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    No entanto, a presidente da Royal College of General Practitioners, Helen Stokes-Lampard, reitera que a pílula não deve ser utilizada como medida preventiva contra o câncer, uma vez que ela pode apresentar outros efeitos colaterais.

    O estudo, que começou a ser desenvolvido em 1968 pelo Royal College of General Practitioners, sete anos após o início das prescrições de anticoncepcionais na Inglaterra, foi considerado o mais longo já feito pelo assunto.

     

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