Rede Américas reforça área oncológica com chegada do especialista Antônio Buzaid
Com a chegada do médico Antônio Buzaid, a Rede Américas intensifica o investimento em tratamentos de câncer e pesquisa clínica no país
A busca por tratamentos mais avançados contra o câncer tem levado hospitais privados brasileiros a reforçar suas equipes médicas e a investir em pesquisa clínica. Exemplo disso é a nova contratação do oncologista Antônio Buzaid pela Rede Américas. O médico assume o cargo de diretor médico-geral do Centro de Oncologia dos hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis neste mês.
Considerado uma das principais referências brasileiras em imunoterapia, o especialista chega como parte de um plano da rede hospitalar para potencializar sua atuação em oncologia de alta complexidade e consolidar um modelo de atendimento completo, que integre desde cuidado até o uso de novas tecnologias.
“A oncologia exige cada vez mais integração entre assistência, pesquisa clínica e incorporação responsável de inovação”, afirma Buzaid. “Meu objetivo é ampliar o acesso a tratamentos inovadores, fortalecer a pesquisa clínica no Brasil e oferecer ao paciente uma jornada verdadeiramente centrada em suas necessidades.”
Com mais de duas décadas de atuação em oncologia, o médico também é cofundador do Instituto Vencer o Câncer, organização dedicada à disseminação de informação qualificada sobre a doença e à defesa da ampliação do acesso a tratamentos oncológicos no país.
Plano da Rede Américas é ampliar a estrutura para tratamento do câncer
O oncologista e sua equipe devem começar a atender o Hospital Nove de Julho, em São Paulo. A Rede Américas também prepara a abertura de um novo centro dedicado exclusivamente à oncologia na capital paulista, em construção na Alameda Jaú, com inauguração prevista para 2027. A proposta é reunir em um único espaço diferentes frentes do tratamento oncológico, o que inclui terapias avançadas e acompanhamento multidisciplinar.
Além do médico, outros especialistas renomados passam a integrar a instituição, como Débora Gagliato, Juliana Pimenta, Marcos Magalhães e Lucas dos Santos. “Este movimento fortalece nossa estratégia de expansão em oncologia”, afirma Gustavo Fernandes, vice-presidente de Oncologia da Rede Américas.
Avanço das terapias contra o câncer
O fortalecimento da estrutura oncológica ocorre em paralelo ao aumento da incidência da doença no país. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que o Brasil poderá registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028. O crescimento está associado principalmente ao envelhecimento da população, mas também a desigualdades regionais no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento.
Nesse contexto, novas tecnologias são procuradas. “Estamos vivendo uma transformação real na oncologia. A imunoterapia e as terapias celulares já estão mudando o prognóstico de diversas doenças. Integrar um projeto que nasce com visão estratégica, estrutura robusta e compromisso com pesquisa clínica nos permite ampliar o acesso a tratamentos inovadores e desenvolver um modelo de cuidado cada vez mais centrado no paciente”, afirma Buzaid.
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