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Amamentação e câncer de mama: saiba qual ligação há entre eles

Amamentar traz muitos benefícios tanto para os bebês, quanto para as mães. Agora, pode adicionar também à lista a prevenção contra o câncer de mama!

Por Roberta Tinti Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
2 ago 2017, 17h02 • Atualizado em 15 abr 2024, 14h03
 (SELECTSTOCK/Getty Images)
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  • Agosto é considerado o mês de conscientização sobre o aleitamento materno e, desde 1992, é comemorado no dia 1º o Dia Mundial da Amamentação. O objetivo é incentivar o aleitamento materno e a criação de bancos de leite para melhorar a qualidade de vida de crianças ao redor do mundo.

    Para comemorar a data, nada melhor do que uma boa notícia. O Instituto Americano de Pesquisa sobre Câncer (AICR, na sigla em inglês) divulgou uma nota que revela que amamentar pode ajudar na prevenção de câncer de mama na mãe e de outros tipos também no bebê.

    Leia mais: Portaria garante direito de amamentar em instituições de ensino

    O texto não especifica quais são as possíveis razões para tal benefício, mas especialistas do AICR suspeitam de algumas.

    A primeira delas é que, durante os meses de amamentação, as mamães não passam por alterações hormonais, nem menstruam. Por isso, não ficam expostas a hormônios que podem causar o câncer de mama, como o estrogênio. Além disso, o processo natural de roteamento dos tecidos da pele após a lactação pode ajudar a reduzir as células danificadas e a gerar novas.

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    Os bebês também podem ser beneficiados porque aqueles que foram amamentados tendem a pesar menos ao longo da vida, o que diminui as chances de desenvolverem condições, como a obesidade, que podem desencadear diferentes tipos de câncer.

    Outro fator bem influente é o tempo que as novas mães amamentam os filhos. A cada cinco meses de amamentação, o risco da mãe desenvolver câncer de mama diminui em 2%.

    Leia mais: Após tratamento, mulheres com câncer de mama podem engravidar

    Vale ressaltar que, conhecendo esse cenário, aumenta a importância do tempo que as mães passam com os pequenos após darem à luz. Por isso, o apoio concedido a elas – como maiores períodos de licença-maternidade, horários flexíveis de trabalho e até mesmo salas para que elas possam alimentar os bebês – precisa ser mais intenso.

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