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5 erros comuns na higiene feminina e como contorná-los

O ginecologista Marcelo Ponte mostra como evitar os erros mais comuns cometidos pelas mulheres durante o cuidado íntimo

Por Sarah Catherine Seles
21 ago 2022, 08h58 •
6 hidratantes vaginais e outros produtos para cuidar da região íntima
Descubra os erros mais comuns na higiene íntima. (Cliff Booth/Pexels)
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  • Usar sabonete íntimo ou não? Lavar a calcinha durante o banho ou colocar na máquina? Essas dúvidas provavelmente já passaram pela sua cabeça. Por mais que pareçam simples, os cuidados com a higiene feminina merecem atenção, já que, além de favorecer o bem-estar da mulher, ajuda na prevenção de doenças e alergias.

    De acordo com o ginecologista, obstetra e especialista em estética íntima, Marcelo Ponte, muitos erros ainda são cometidos pelas mulheres no cuidado com a região íntima. “A higienização local e das peças são essenciais para a saúde íntima. Alguns erros comuns que, muitas vezes, são passados de geração para geração, podem provocar doenças e infecções, como a vaginose e a candidíase”, conta.

    O especialista elencou cinco principais pontos sobre a higiene íntima feminina, que despertam a curiosidade e dúvida entre as mulheres. Marcelo ainda explica como evitar erros comuns no cuidado diário da região.

    Sabonete íntimo

    Algumas pessoas acreditam que faz bem para a saúde, mas a resposta do médico é clara: não usar! Ele aponta ainda que essa é uma dúvida muito comum. “O uso deste tipo de produto pode alterar o pH vaginal, que tem a função de blindar a região de infecções”, revela. A higiene vaginal deve ser feita com sabonete neutro.

    O especialista alerta ainda sobre as duchas vaginais. “Esses procedimentos também não são recomendados. A higiene íntima é feita por fora, o canal vaginal não precisa deste tipo de limpeza”, afirma.

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    Lavagem das calcinhas

    marcas de calcinhas absorventes
    Para manter a saúde, é importante ter uma boa higienização das peças íntimas. (Sora Shimazaki/Pexels)

    De acordo com o especialista, a higienização das peças íntimas é de extrema importância e precisa ser feita de forma específica. “Devido ao contato direto com a região, uma má higienização pode trazer diversos problemas, como a tão incômoda candidíase. A forma correta de lavar essas peças íntimas é com sabão neutro ou sabão de coco. Se preferir usar a máquina, lave-as separadas das outras roupas para evitar uma contaminação”, conta. Para a secagem, o ideal, segundo o ginecologista, é deixá-las expostas ao sol e passar o forro antes do uso. “Outra dica importante, é não deixar as calcinhas secarem no banheiro. Por ser um ambiente úmido e pouco arejado, acaba facilitando a proliferação de fungos e bactérias”, completa.

    O uso de protetor diário e absorventes

    Absorventes
    O uso de absorventes e protetores diariamente pode ser prejudicial à saúde íntima. (matka_Wariatka/ThinkStock)
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    O uso de protetores e absorventes todos os dias não é indicado, pois eles provocam o abafamento da região. “O uso destes protetores todos os dias ou durante períodos longos, podem abafar no local, não permitindo que a vagina respire da maneira adequada, aumentando a proliferação de fungos e bactérias, o que pode causar infecções”, explica. O ginecologista também alerta para possíveis reações alérgicas, por conta do material plástico utilizado nestes produtos. “Algumas mulheres têm alergia ao plástico e outros materiais de que esses protetores são feitos. Então o uso diário, pode gerar uma irritabilidade na região, provocando coceiras e desconfortos”, conclui.

    Dormir sem calcinha? Sim!

    O ginecologista explica que a prática tem alguns benefícios para a saúde íntima, pois permitem a respiração da região, evitando alergias e corrimentos. “Algumas mulheres aproveitam este momento do sono para deixar que a região respire. Para quem não se sente tão à vontade, é indicado dormir com calcinhas de tecidos mais leves, como o algodão, que permite maior circulação de ar”, conta.

    Biquíni e roupas de banho molhadas

    Durante o verão, principalmente, o uso de biquíni e roupa de banho molhada por longos períodos, são os vilões da saúde íntima. Por isso, infecções e desconfortos, como a candidíase, aparecem mais ou se intensificam durante essa estação do ano. Marcelo afirma que isto acontece porque, para se manter saudável, a região íntima feminina precisa ficar seca e arejada o mais tempo possível.

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    “Um dos principais erros que as mulheres cometem é sair do mar ou da piscina e continuar com o biquíni molhado. Este contato com a roupa íntima úmida também favorece as bactérias que levam a infecções, especialmente a candidíase”, conta. Para evitar os corrimentos e coceiras decorrentes da infecção, o especialista deixa algumas dicas: “Após sair da piscina ou chegar da praia, o ideal é higienizar a região íntima com sabonete neutro e colocar uma calcinha seca, de preferência de algodão. São cuidados simples que, muitas vezes, passam despercebidos durante o dia a dia, mas fazem toda a diferença para evitar doenças e manter o bem-estar íntimo”.

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