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Suspeito de cometer estupros em SP era vereador na Bahia

Preso na quarta-feira (11), Adson Muniz Santos, de 32 anos, foi reconhecido por 21 vítimas e já foi vereador pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB).

Por Débora Stevaux Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
13 out 2017, 13h44 • Atualizado em 13 out 2017, 13h46
 (Polícia/Reprodução)
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  • Preso na última quarta-feira (11), Adson Muniz Santos, de 32 anos, foi reconhecido por 21 vítimas após ter assaltado e estuprado uma mulher na saída de um mercado de luxo na região de Jardins, na capital paulista. O suspeito aplicava o golpe nas vítimas, que em sua maioria estavam de carro, se passando por um policial. Mostrava o distintivo falso para as condutoras e pedia a elas que abaixassem o vidro.

    Leia mais: Mulher é sequestrada e estuprada por falso policial

    Os ataques foram feitos, em sua maioria no começo do mês. Segundo informações levantadas pelo site DivulgaCand, o sujeito que não possui residência fixa em São Paulo, foi eleito vereador no ano de 2012, no município baiano de Jussiape, pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB). Entretanto, em 2016, Adson tentou se reeleger mas não alcançou o número suficiente de votos para tal e acabou por ocupar o cargo de suplente de vereador da cidade.

    O homem também foi acusado de ter estuprado uma mulher no dia 2 de outubro. De acordo com informações reunidas pela polícia, ele teria atraído a vítima no aeroporto de Congonhas através de uma proposta para participar de um programa de TV. Na ocasião, Adson se apresentou como produtor, com um crachá falso e marcou um encontro em um hotel localizado na rua da Consolação para realizar uma suposta “sessão de fotos”. A vítima também relatou que ele usou uma arma falsa para rendê-la e obrigá-la a manter relações sexuais com ele.

    Segundo declaração da delegada Christine Nascimento Guedes Costa, responsável pela 1ª Delegacia da Mulher, onde o suspeito está detido temporariamente, pelas acusações de roubo, estupro e falsa identidade, ele é caracterizado como um “predador sexual”. A Polícia Civil recomenda que qualquer um que sofrer uma abordagem questione o motivo da ação. E caso percebam algo estranho, liguem para o serviço de denúncia (190) o quanto antes.

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