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Mãe é presa suspeita de agredir e abusar da própria filha no Rio

Investigações apontam que a suspeita deixava que homens abusassem sexualmente da menina de 7 anos, entre eles o próprio pai e o avô de consideração

Por Da Redação
26 dez 2016, 19h30 • Atualizado em 26 dez 2016, 19h37
young girl sitting down alone in the dark. (Giuda90/ThinkStock)
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  • Na última sexta-feira (23), uma mulher de 44 anos foi presa no Rio de Janeiro, acusada de agredir e permitir que homens abusassem sexualmente da filha de 7 anos. Segundo declaração de Juliana Amorim — delegada titular da Delegacia da Criança e do Adolescente (Dcav) — concedida durante entrevista coletiva nesta segunda (26), dois suspeitos foram identificados.

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    A mãe da menina foi detida quando tentava fugir em Nilópolis, região da Baixada Fluminense. A garota segue internada na UTI, sem previsão de deixar o hospital. “Ela foi abandonada, criada por várias pessoas e viveu um ciclo de violência, que foi interrompido pela polícia. Ela foi abandonada pela mãe. Quando voltou aos braços da mãe, esta fazia tudo para infligir sofrimento a ela. A mãe dizia: ‘Tenho nojo dessa criança'”, disse Juliana.

    Investigações apontam que a suspeita — que também é mãe de outros 7 filhos — deixava que homens abusassem sexualmente da menina, entre eles o próprio pai e o avô de consideração. Exames médicos comprovaram a alegação de uma testemunha de que objetos eram inseridos constantemente no corpo da pequena.

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    A mulher já havia sido presa anteriormente em flagrante, no dia 5 de dezembro, quando levou a filha a uma unidade de pronto-socorro, dizendo que a menina havia se machucado durante uma queda. A mulher havia sido solta após conseguir o direito de responder em liberdade pelo crime. No entanto, com a compilação de novas provas, a prisão foi decretada novamente.

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    Após examinarem as lesões, os médicos concluíram que essas não condiziam com o que foi relatado pela mãe. Os funcionários do hospital, então, entraram em contato com a polícia, que a autuou em flagrante por maus tratos e estupro. O caso foi encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) para ser investigado.

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    “A mãe tem asco da criança. O estado de saúde da menina é ruim. Ela tem fisionomia triste e não responde estímulos verbais. A irmã de 12 anos presenciava as agressões e era obrigada pela mãe a participar. A mãe ameaçava parentes para não prestarem depoimento contra ela. Mas existem familiares que querem a guarda da criança e eram impedidos pela mãe”, declarou o delegado Rodrigo Moreira, que também revelou que a mãe da menina além de já ter sido vítima de abuso sexual, tem também um histórico de agressões e vícios.

    Leia mais: “Mapa do Acolhimento” divulga lista de atendimento gratuito para vítimas de estupro.

    A irmã de 12 anos da garota disse ter sido obrigada pela mãe a bater na caçula. De acordo com informações divulgadas pela própria delegada, a mulher considera os fatos como algo “absolutamente normal” e nega todas as acusações.

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