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Filha de Elize Matsunaga pode perder nome da mãe

Depois da acusação de homicídio, o sobrenome pode sair da certidão da criança

Por Pamela Malva Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
29 mar 2018, 19h18 • Atualizado em 29 mar 2018, 20h04
 (Pinterest/Reprodução)
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  • O nome de Elize Matsunaga ficou marcado em 2012, depois que ela foi acusada de matar o marido, Marcos Kitano Matsunaga. A mulher foi condenada, em 2016, a 19 anos de prisão por homicídio, destruição e ocultação de cadáver. Agora, seis anos depois do crime, o sobrenome “Araújo” pode sair da certidão de nascimento da filha de Elize.

    Depois do crime, a família da vítima entrou na justiça pedindo a retirada do nome do registro civil, alegando que associação com o nome da mãe poderia prejudicar a menina socialmente. A advogada de Elize, Juliana Santoro, conseguiu com que o processo fosse suspenso. No entanto, neste mês, a justiça decidiu prosseguir com o pedido.

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    Para Juliana, o processo, que continua em segredo de justiça, “não faz o menor sentido”. A advogada sustenta que não existe a possibilidade de o juiz permitir a retirada do sobrenome porque “o crime está muito mais ligado ao sobrenome Matsunaga.” Ela ainda completa: “Nem minha cliente é conhecida como Elize Araújo”.

    Além do desconhecimento do nome citado pela advogada de defesa, segundo o professor de direito civil da PUC Silvio Ferreira da Rocha, “não há previsão legal de alteração do nome da criança na certidão de nascimento”. De acordo com o site UOL, para o professor, “É uma decisão complicada, muito abstrata”.

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    Quando foi pedida a suspensão do processo, a defesa atingiu seu objetivo: “retardar esse processo até o julgamento, porque ali seriam esclarecidas as circunstâncias (do crime).” O advogado da família Matsunaga não quis se manifestar sobre o caso e sobre a retomada do processo recentemente.

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    Foi divulgado, depois das investigações, que Elize sofria violência doméstica, que era ameaçada por Marcos, que mantinha 33 armas espalhadas pelo apartamento, onde moravam o casal e a criança. “Ou seja, ele não era tão coitado”, diz Juliana.

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    Existe a possibilidade de o processo ser julgado ainda neste ano.

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