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As brasileiras obrigadas a se prostituir na Coreia do Sul

Elas haviam viajado para o país atraídas por uma promessa de trabalho na indústria do K-Pop

Por Da Redação
5 set 2019, 16h31 • Atualizado em 17 fev 2020, 13h51
Violência doméstica
 (Ravikiran Rajagopal / EyeEm/Getty Images)
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  • Um grupo de sete brasileiras entre os 20 e 30 anos foram forçadas a se prostituir na Coreia do Sul. Elas haviam viajado para o país no meio de julho, atraídas por uma promessa de trabalho na indústria do K-Pop.

    Aliciadas na internet por um homem de identidade não revelada, as jovens receberam passagens de ida e volta. Ao chegarem a Coreia, contudo, tiveram seus passaportes confiscados e os voos de volta ao Brasil cancelados.

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    As mulheres foram então levadas para alojamentos nas cidades de Goyang e Paju, na província de Gyeonggi. De lá, elas foram vendidas para bordeis por 2 milhões de won (cerca de R$ 6.830,50) cada. Obrigadas a trabalhar para pagar os custos das passagens, as vítimas viviam em constante ameaça e ouviam que, se procurassem a polícia, seriam punidas, já que a prostituição é ilegal na Coreia.

    No dia 17 de agosto, uma das mulheres conseguiu entrar em contato com a Embaixada brasileira, que acionou a polícia para resgatá-las e investigar o caso. Cinco homens foram detidos por suspeita de tráfico humano, confinamento e exploração sexual. Já as vítimas estão em um abrigo para mulheres migrantes e devem voltar ao Brasil em breve.

    “Acreditamos que mais pessoas podem estar envolvidas na operação e que, possivelmente, alguém mais poderoso cuidava da organização”, contou um agente a CNN, observando que é raro ver vítimas sul-americanas de tráfico sexual na Coreia do Sul.

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    A Embaixada do Brasil em Seul declarou a BBC que “tem prestado toda a assistência possível às cidadãs brasileiras vítimas de recente caso de exploração sexual na Coreia do Sul” e que seguirá acompanhando o caso com atenção.

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