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Stéphanie Frappart é a 1ª mulher a apitar um jogo da Copa do mundo

Disputa entre a Alemanha e Costa Rica para as oitavas de final marca o evento

Por Lorraine Moreira
30 nov 2022, 09h06 •
Stéphanie Frappart
Em 92 anos de hisória, a Copa do Mundo vai ter pela primeira vez uma mulher apitando o jogo (Foto: Reprodução/Agência Brasil)
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  • Depois de se tornar a primeira mulher a trabalhar na equipe de arbitragem em uma Copa do Mundo, Stéphanie Frappart será a primeira árbitra a apitar um jogo do torneio em 92 anos. O evento histórico tem data marcada: na próxima quinta-feira (01), na partida entre Costa Rica e Alemanha, para definir quem do grupo E passa para as oitavas de final. A competição ainda conta com a assistente brasileira Neuza Back, escalada pela Fifa neste ano.

    A francesa também foi a primeira mulher a apitar uma partida masculina na Champions League, em 2020, além de ser árbitra da final da Copa do Mundo feminina de 2019 e da Copa masculina da França. Stéphanie começou no ramo aos 13 anos, quando participava de jogos infantis. Aos 18, estava presente no campeonato nacional sub-19.

    Em entrevista ao “The Athletic”, depois de ser anunciada como parte integrante da equipe de arbitragem da Copa do Catar, ela disse: “eu irei lá pela competição. Eu não iria lá pelo ambiente. Mas talvez esta Copa do Mundo melhore os direitos das mulheres no país. Não posso dizer que não estou olhando para o que aconteceu, mas espero que esta Copa do Mundo seja um passo na direção certa”.

    No confronto entre dois times do grupo C, México e Colômbia, que aconteceu na terça-feira passada (22), no Estádio 974, a profissional entrou para a história como quarta-árbitra, por ser a primeira mulher a trabalhar na arbitragem do torneio que busca a maior seleção masculina. Agora, ela se prepara para algo ainda maior: apitar a competição.

    Dos 129 profissionais convocados pela Fifa para a equipe de arbitragem da Copa do Mundo de 2022, apenas seis são do sexo feminino: Stéphanie Frappart (França), Salima Mukansanga (Ruanda), Yoshimi Yamashita (Japão), Neuza Back (Brasil), Karen Díaz Medina (México) e Kathryn Nesbitt (EUA).

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    Além da baixa representatividade, a organização foi alvo de críticas por não colocar as mulheres nomeadas em campo até agora. Nem todos os convocados entram no trio de arbitragem dos jogos, mas normalmente só ficam de fora os países de menor tradição no esporte. Agora, com a escalação de Stéphanie, a Fifa pretende mudar o cenário.

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