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Finanças em 2026: 5 passos para sair das dívidas

Especialista em finanças pessoais explica como lidar com as despesas acumuladas sem cair no endividamento

Por Da Redação 20 jan 2026, 16h07
Em um ambiente de estética minimalista e bem iluminado, um pote de vidro transparente aparece em primeiro plano, preenchido com moedas de diferentes tamanhos e cores, como uma reserva crescendo aos poucos. Ao lado, um notebook aberto em tom metálico ocupa a direita, com o teclado e a borda em foco. Ao fundo, desfocada, há uma pessoa sentada à mesa, usando roupa clara, aparentemente anotando ou organizando algo em um caderno ou agenda. O fundo “estourado” de luz (branco) reforça sensação de simplicidade, rotina e disciplina, como se a imagem traduzisse a ideia de “guardar um pouco todo dia” e acompanhar as contas com constância.
Com alguns ajustes é possível manter os gastos melhor controlados (Freepik/Reprodução)
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Alcançar a independência financeira é o sonho da maior parte da população. Mas, para isso, é preciso um pouco de organização para garantir que o dinheiro dê conta das despesas e ainda sobre para ser investido de alguma forma.

Principalmente em janeiro, mês conhecido por concentrar gastos extras, o planejamento vira uma necessidade para não começar o ano já se afogando em dívidas.

Para ajudar, conversamos com Breno Nogueira, especialista em finanças pessoais, que reuniu cinco dicas práticas para se organizar e não passar 2026 no sufoco.

1. Encare janeiro como um mês de planejamento

O primeiro erro, segundo Breno, é tratar janeiro como um mês “atípico” e tentar resolver tudo no susto. O ideal é colocar no papel (ou na planilha) todas as despesas do período, fixas, variáveis e sazonais, para entender o tamanho real do compromisso financeiro. “Quando a pessoa enxerga o todo, ela para de apagar incêndio e começa a tomar decisões conscientes”, afirma.

2. Reduza o uso do cartão de crédito

O cartão de crédito pode parecer uma solução rápida, mas costuma ser o principal vilão do início do ano. “No cartão, tudo sobe: a fatura, os juros e a falsa sensação de controle. No débito, o dinheiro realmente sai, e isso muda o comportamento”, diz Breno.

A recomendação é evitar parcelamentos muito longos e, sempre que possível, amortizar dívidas com juros altos, como rotativo e cheque especial.

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3. Organize as contas antes de assumir novos gastos

IPVA, material escolar, seguros e renovações costumam comprometer boa parte da renda logo no início do ano. Segundo ele, o erro mais comum é assumir novos gastos antes de garantir que essas contas essenciais estejam cobertas.

A cena é um “flat lay” de finanças: sobre folhas impressas com gráficos em pizza e barras em tons frios (azul acinzentado), aparece um cofrinho rosa de cerâmica, com brilho suave e a fenda no topo bem visível. Ao lado, uma calculadora grande, cinza e preta, ocupa o canto direito do enquadramento, com botões numéricos destacados e teclas de função em tonalidade mais quente (laranja), chamando o olhar. Os papéis estão levemente sobrepostos, sugerindo análise de orçamento ou planejamento. A iluminação é clara e limpa, com sombras suaves que dão um ar de organização, controle e “começo de ano colocando a casa em ordem”.
Breno Nogueira explica como fugir das dívidas com o cartão de crédito (Freepik/Reprodução)

4. Defina um limite diário de gastos

Para quem se sente perdido financeiramente depois das festas, Breno recomenda um método simples: calcular quanto pode gastar por dia.

“Se a pessoa sabe que pode gastar R$ 100 por dia, ela cria um filtro automático para decisões pequenas, que são as que mais sabotam o orçamento”, explica.

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O método funciona como um velocímetro financeiro: gastou mais hoje, ajusta amanhã; gastou menos hoje, ganha fôlego depois.

5. Não espere um ‘milagre financeiro’ para começar sua reserva

Muitas pessoas entram em janeiro acreditando que algum dinheiro extra vai resolver tudo, como o 13º salário. Para o especialista, essa expectativa abre espaço para decisões ruins e novas dívidas. “Emergência não é se vai acontecer, é quando e quanto vai custar. A reserva de emergência é o amortecedor que impede que um imprevisto destrua todo o planejamento.”

Mesmo que o valor inicial seja pequeno, o importante é criar o hábito e tornar a reserva parte fixa do orçamento mensal.

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