Fogos assustam seu pet? 5 dicas de especialista para evitar sofrimento
Veterinário da Petlove ensina como evitar problemas com os animais de estimação durante a queima de fogos
O réveillon é um momento de celebração, esperança com a chegada de um novo ciclo e oportunidade de reunir aqueles que amamos. Mas essa festa, marcada pelos fogos, pode gerar sérios problemas para os amigos de quatro patas.
Segundo o médico-veterinário da Petlove, Pedro Risolia, devido à audição mais sensível e aguçada, a grande maioria dos animais interpreta a poluição sonora provocada pelos fogos como um perigo, podendo até sentir dor.
Pesquisas da Petlove ligadas à campanha “Chega de Fogos” apontam que 91% dos pets manifestaram ansiedade ou medo extremo; 72% apresentaram taquicardia e sinais de estresse fisiológico; 65% se perderam, fugiram ou sofreram atropelamentos; 48% tiveram comportamento destrutivo, como danificar objetos ou se ferir; 44% sofreram lesões por trauma, como fraturas e contusões, provocadas pela agitação; e 40% demonstraram sinais gastrointestinais por estresse, como vômito e diarreia.
Pensando nisso, Pedro separou cinco dicas para que os tutores consigam proteger seus bichinhos e lidar com a situação da melhor maneira.
O que fazer para proteger os animais na hora da virada?
- Preparação do ambiente: ele recomenda que portas e janelas estejam fechadas, de modo a evitar fugas desesperadas e minimizar a entrada do barulho durante os rojões. “A ideia aqui é tentar abafar ao máximo o som externo”, explica.
- Criar um espaço de refúgio: a proposta é montar algo semelhante a um esconderijo, que traga segurança dentro de casa. “Pode ser um cômodo específico, uma toca ou qualquer local onde o animal se sinta protegido no momento dos estouros. Jamais o force a sair de lá se ele buscar isolamento”, orienta. Para evitar acidentes, atente-se aos móveis e objetos próximos.
- Coloque músicas em um volume agradável: para abafar os ruídos externos, escolha músicas tranquilas em um volume razoável. Além disso, ofereça brinquedos e petiscos favoritos, para que o animal associe o momento a algo positivo, se distraia e mantenha o bem-estar.
- Nunca brigue e grite com o animal: “O medo é desencadeado pelo pânico e deve ser acolhido. Em casos extremos, não hesite em procurar ajuda veterinária”, aconselha o especialista.
- Não deixe seu pet sozinho: se ele apresenta medo, a ausência pode aumentar a desorientação e a insegurança. Caso necessário, procure um amigo, parente ou mesmo um cuidador profissional, seja por meio de hotéis ou aplicativos.
Se nada funcionar, como acalmá-los e o que fazer em caso de emergência?
Se você já observou indícios de medo ou presenciou reações adversas do pet em decorrência dos fogos, a recomendação é procurar um profissional veterinário. “O médico poderá oferecer orientações mais aprofundadas e personalizadas, tirar dúvidas e prescrever medicamentos, como calmantes, se necessário, sempre de forma responsável, para evitar maior desgaste, fugas, acidentes e, em alguns casos, até a morte do animal”, conclui o veterinário.
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