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Rainha Elizabeth perdeu mais um reinado nesta semana

"Chegou a hora de deixar totalmente para trás nosso passado colonial", anunciou Sandra Mason, governadora-chefe de Barbados

Por Da Redação
17 set 2020, 10h30 • Atualizado em 8 set 2022, 14h57
rainha
 (Victoria Jones/Pool/AFP/Reprodução)
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  • O ano de 2020 realmente não está poupando ninguém. Prova disso é que após 28 anos, a rainha Elizabeth II perderá o reinado de mais uma nação. Nesta terça-feira (15), a governadora-chefe de Barbados, Sandra Mason, comunicou o plano da ilha caribenha de remover a rainha do posto de chefe de estado para transformar o país em uma república.

    Em 1627, os ingleses colonizaram Barbados, sendo que até 30 de novembro 1966 a ilha permaneceu como uma colônia. Mesmo com a independência conquistada, os sistemas regionais ainda são ligados à Grã-Bretanha e possuem esse vínculo com a realeza.

    No anúncio, Mason fez um posicionamento firme em relação à busca por liberdade. “Chegou a hora de deixar totalmente para trás nosso passado colonial. Os barbadianos querem um chefe de Estado barbadense. Esta é a declaração final de confiança em quem somos e no que somos capazes de alcançar. Portanto, Barbados seguirá a próxima lógica em direção à soberania plena e nos tornaremos uma República quando celebrarmos nosso 55º aniversário de independência”, declarou.

    Antes de Barbados, as Ilhas Maurício também se desvincularam da família real britânica. Porém, a rainha continua como chefe de estado das ex-colônias, incluindo Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Jamaica, Bahamas, Santa Lúcia, Ilhas Salomão e Tuvalu, entre outras.

    rainha elizabeth
    Rainha Elizabeth e Sandra Mason durante um encontro no Palácio de Buckingham em março de 2018 (WPA Pool/Getty Images)
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    O vínculo com as ex-colônias é questionado por alguns dos membros da própria família real, como o príncipe Harry e a duquesa Meghan Markle. O casal já fez um pedido para o Reino Unido reconhecer os “erros” de sua história colonial.

    “Quando você olha para a comunidade, não há como seguir em frente, a menos que reconheçamos o passado. Muitas pessoas fizeram um trabalho incrível de reconhecer o passado e tentar corrigir esses erros, mas acho que todos nós reconhecemos que ainda há muito mais a fazer. Não vai ser fácil e em alguns casos não vai ser confortável, mas precisa ser feito, porque adivinhe: todos se beneficiam. “

    Assista ao anúncio da representante de Barbados:

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