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Tarô

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Ana Cristina Paixão é publicitária com pós-graduação em Marketing, mas foi no universo da terapia holística, especialmente no tarô, que encontrou sua verdadeira vocação. Após estudar com Adriana Kastrup, especializou-se no tarô divinatório, aprofundando seus conhecimentos e expandindo sua prática nesse campo. Atualmente, oferece consultas online por meio do site: adrianakastrup.com.br. Para acompanhar seus conteúdos, siga-a no Instagram (@anacristina.paixao.tarot).

Previsões do tarô em março: carta da ‘Morte’ é a regente do mês

As previsões do tarô para amor, trabalho e dinheiro num mês de transformações profundas

Por Cris Paixão
27 fev 2025, 06h00 •
Mulher jogando cartas de tarô.
Não há renascimento sem perdas: essa é a grande lição que a carta da Morte traz para o mês de março.  (Floris Leeuwenberg/Getty Images)
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  • A carta da Morte surge como regente de março na previsão do Tarô, um mês marcado por transições e renascimentos. Na astrologia, esse período também representa um novo começo: é quando o Sol deixa Peixes, o último signo do zodíaco, e ingressa em Áries, dando início ao ano novo astrológico.  

    Mês traz o encerramento de ciclos

    O Arcano XIII, a Morte, simboliza encerramentos necessários, transformações inevitáveis e o renascimento que sucede o fim. Da mesma forma, Peixes representa o fechamento de um ciclo, a dissolução do ego, o fim das ilusões e a entrega ao desconhecido.

    Assim como a carta da Morte nos convida a soltar o passado, Peixes nos ensina a desapegar das velhas estruturas e confiar no fluxo da vida, permitindo que algo maior guie nosso caminho.

    Sol em Áries trará impulso e força de vontade

    O ingresso do Sol em Áries, por outro lado, marca um recomeço poderoso, cheio de impulso, coragem e energia de renovação. Esse movimento reflete a segunda parte da jornada da Morte no Tarô: após a despedida e a aceitação do fim, surge a oportunidade de um novo início. Como disse o filósofo alemão Friedrich Nietzsche: “O que não me mata, me torna mais forte”.

    “Não há renascimento sem encerramentos”

    Assim, tanto a carta da Morte quanto o ano novo astrológico nos ensinam uma verdade essencial: não há renascimento sem encerramentos. Para abrir espaço para o novo, é preciso deixar o antigo partir. O passado não pode ser arrastado indefinidamente—há momentos em que é necessário confiar no fluxo da vida, atravessar a ponte e dar boas-vindas ao desconhecido. 

    O que significa a carta da Morte no tarô? 

    A carta da Morte é, sem dúvida, uma das mais incompreendidas do Tarô. Muitas vezes temida e associada a significados negativos, pode ser inquietante vê-la em uma leitura. No entanto, a Morte não representa necessariamente o fim literal, mas sim um poderoso símbolo de transformação e renovação.  

    Carta da Morte no tarô de Rider-Waite.
    Carta da Morte no tarô representa o fim de ciclos e o início de novas fases de vida. (Divulgação/Divulgação)
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    À primeira vista, sua imagem pode parecer sombria: um esqueleto segurando uma foice, caminhando sobre ruínas ou um campo de batalha. No entanto, a cena não fala de destruição vazia, mas sim da necessidade de fechar ciclos para que novos possam nascer. A Morte nos lembra que a mudança é inevitável e que, para crescer e evoluir, é preciso se libertar de velhos padrões, hábitos e identidades.  

    Um dos ensinamentos centrais da carta é aprender a acolher a transformação, em vez de temê-la. Muitas vezes, resistimos à mudança porque ela nos tira da zona de conforto e nos lança em um território desconhecido.

    Podemos nos apegar ao passado, insistir em relações que já não nos nutrem ou permanecer em situações que não refletem mais quem somos. A Morte no Tarô surge como um chamado para desprendermo-nos das amarras e confiarmos no fluxo do universo. Vale a reflexão: o que precisa partir (ou morrer) para que você possa renascer?

    Março de 2025 tem energia transformadora

    Março de 2025 chega carregado de energia transformadora, um verdadeiro ciclo de encerramentos e renascimentos. Com Vênus e Mercúrio retrógrados, além de dois eclipses no mesmo mês, seremos convidadas a reavaliar profundamente nossos caminhos, relações e escolhas.  

    Na linguagem do Tarô, esse mês ressoa com a carta da Morte, um arcano muitas vezes temido, mas essencial para o processo de evolução. A Morte não fala sobre um fim definitivo, mas sim sobre transição, desapego e a necessidade de deixar para trás aquilo que já não tem vida. O que não se renova, estagna. Quem que se apega ao passado, perde a oportunidade de crescer no futuro.  

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    Vênus Retrógrado em Áries (1º de março): O Desapego das Ilusões

    Assim como a carta da Morte pede que nos libertemos de vínculos que já não fazem sentido, Vênus retrógrado inicia um período de profunda revisão nas relações amorosas e nos valores pessoais. Dúvidas podem surgir, desafios podem se intensificar, mas é justamente nesses momentos que descobrimos o que realmente importa. 

    Este trânsito funciona como o ceifador da carta da Morte do Tarô, eliminando o supérfluo para que possamos enxergar o que é essencial em nossos relacionamentos e finanças. Será preciso coragem para aceitar que nem tudo deve continuar e que alguns laços precisam ser cortados para que outros mais autênticos possam surgir.  

    Lua Cheia em Virgem e Eclipse Lunar Total em Virgem (14 de março): Revelações e Limpezas

    Os eclipses costumam atuar como portais de transformação, e a Lua Cheia na constelação de Virgem — conhecida como Lua do Verme — será uma Lua de Sangue devido ao eclipse da noite anterior. Com sua energia de clareza e organização, ela intensifica esse chamado, convidando a ajustes práticos na vida. 

    O Eclipse Lunar Total amplifica essa metamorfose, simbolizada pela carta da Morte: a pele antiga se desprende, as máscaras caem e a verdade se impõe. Esse momento traz um convite para reorganizar a vida, eliminar hábitos tóxicos e revisar padrões emocionais. Resistir a essa mudança pode tornar o processo mais árduo, mas abraçá-la é permitir um renascimento autêntico.

    Mercúrio Retrógrado em Áries (15 de março): O Fim de um Ciclo de Pensamento

    Pouco depois do eclipse, Mercúrio inicia seu movimento retrógrado, ativando um período de reavaliação na comunicação, nas iniciativas pessoais e na forma como expressamos nossa vontade.

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    Aqui, a conexão com a carta da Morte se dá através da mudança de mentalidade: palavras ditas no passado podem perder o sentido, planos precisam ser refeitos e certas atitudes impulsivas já não têm mais espaço. O silêncio e a introspecção podem ser aliados, pois é nesse recolhimento que encontramos novas direções para seguir quando a energia voltar a fluir.  

    Eclipse Solar em Áries (29 de março): O Renascimento 

    Depois de tantas despedidas e reflexões, chega o Eclipse Solar na Lua Nova em Áries, trazendo um marco de recomeço. No entanto, como a carta da Morte nos ensina, um novo ciclo só pode ser vivido plenamente quando o anterior foi deixado para trás. Não há espaço para carregar bagagens do passado ou insistir em velhas estruturas.  

    Esse eclipse traz a energia do pioneirismo ariano, mas com um alerta: antes de agir, é preciso ter clareza. Novos caminhos se abrem, mas a pressa pode levar a tropeços. Portanto, avance com cautela.

    Um mês de transformação profunda no amor, trabalho e dinheiro

    Amor: Finais e Novos Começos 

    A carta da Morte no amor indica a necessidade de romper padrões desgastados. Para alguns, isso pode significar o fim de um relacionamento que já não faz sentido. Para outros, pode ser a transformação da relação, com mais profundidade e verdade.  

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    Com Vênus retrógrado em Áries desde o dia 1º, os relacionamentos passarão por um período de revisão. Dúvidas podem surgir, exigindo honestidade sobre o que realmente queremos e precisamos. Relacionamentos superficiais tendem a perder força, enquanto os que têm uma base sólida podem passar por ajustes importantes.  

    Para as solteiras, a Morte convida a deixar para trás velhas expectativas e crenças limitantes sobre o amor. O passado já cumpriu seu papel—é hora de abrir espaço para conexões mais autênticas.  

    Trabalho: Mudanças de Rota e Reestruturação

    No trabalho, a presença da carta da Morte indica transições inevitáveis. Pode ser um mês de finais necessários—como o encerramento de um ciclo profissional, mudanças de cargo ou até a saída de um emprego.  

    Com Mercúrio retrógrado em Áries a partir do dia 15, será um período de reavaliação das ambições e estratégias profissionais. Projetos podem precisar de ajustes, negociações podem sofrer atrasos, e será essencial agir com paciência.  

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    Se algo está chegando ao fim, confie no processo. O arcano da Morte não representa perda, mas sim a necessidade de abrir espaço para um novo ciclo profissional mais alinhado com seu verdadeiro propósito.  

    Dinheiro: Desapego e Revisão Financeira  

    Nas finanças, este será um mês para cortar gastos desnecessários e reavaliar a relação com o dinheiro. A energia da Morte pede desapego de padrões financeiros que não são sustentáveis.  

    Com Vênus retrógrado afetando valores e finanças, pode haver instabilidade ou necessidade de repensar investimentos e grandes compras. Evite decisões impulsivas e busque um planejamento sólido para o futuro.  

    O Eclipse Solar em Áries no dia 29 pode marcar um novo começo financeiro, mas apenas para quem souber encerrar ciclos prejudiciais e adotar uma nova mentalidade sobre prosperidade.  

    Março: O Mês do Corte e da Renovação

    A carta da Morte não deve ser temida, mas acolhida. Março será um mês para desapegar do passado, cortar laços com o que não serve mais e abrir espaço para renascimentos poderosos.  

    Com tantos planetas retrógrados e a intensidade dos eclipses, este não será um período para ações impulsivas, mas sim para introspecção, revisão e renascimento. Assim como a carta da Morte nos ensina, não se trata de lutar contra as mudanças, mas de aceitá-las como parte do fluxo inevitável da vida.  

    O que precisa ser deixado para trás? O que dentro de você já não ressoa com sua essência? A Morte bate à porta, não como um presságio sombrio, mas como um convite à libertação.

    Cabe a você decidir: resistir ao que já se desfez ou atravessar essa transformação de braços abertos. “A vida verdadeira é vivida quando pequenas mudanças acontecem” (Leo Tolstoy)

    Confie no fluxo da vida. Aceite, liberte-se e renasça. 

    Um ótimo mês e muita luz,

    Cris Paixão

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