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Martchela - Ministra do Namoro

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Jornalista, atriz e humorista, @martchela__ é apresentadora do Lambisgóia Cast

Existe amor depois do amor?

Martchela questiona a persistência do amor após a dor e o trauma, inspirada pela canção de Letrux

Por Martchela - Ministra do Namoro
3 Maio 2025, 10h50 • Atualizado em 3 Maio 2025, 10h52
Martchela questiona a persistência do amor após a dor e o trauma, reconhecendo sua incerteza e a busca por respostas em um espaço de sentir, inspirada pela canção de Letrux
Martchela questiona a persistência do amor após a dor e o trauma, reconhecendo sua incerteza e a busca por respostas em um espaço de sentir, inspirada pela canção de Letrux (Pexels/Reprodução)
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  • Letrux cantou: “Existe amor depois do amor?” E eu, que achava ter todas as respostas, agora só tenho perguntas. Persiste o amor depois do horror? É o que eu tenho me perguntado nos últimos tempos.

    Existe amor depois de um trauma causado por um amor? Existe o mesmo amor? Persiste esse amor? É algo que levei pra terapia. Pro divã. Pras amigas. Pro travesseiro. Pra rua. A gente pode amar depois de ter vivenciado uma experiência traumática? A gente pode amar durante uma experiência traumática?

    E se o amor não passar? E se a gente ficar presa ao que já foi, mas que ainda existe? Quando é que passa a dor de um amor? Veja bem, eu tô aqui fazendo perguntas. Eu, que às vezes me atrevo a dar tantas respostas.

    Queria chegar a uma grande conclusão. Mas não tem. A Letrux é incisiva: “Existe amor depois do amor.” Confesso que já joguei a toalha. Confesso que jurei pra mim que nunca mais. Mas quem é que diz que depois da ressaca, nunca mais vai beber? Quem é que diz que depois de uma grande dor de amor, nunca mais vai amar? Confesso também que, pela primeira vez na vida, eu não sei a resposta.

    Lembro quando era mais nova — adolescente, faculdade, jovem… Pra toda desilusão amorosa, eu tinha um prazo: duas semanas. Chorava, e logo depois já tava rindo por aí. Nem lembrava mais do motivo do choro. Mas agora parece que as coisas mudam.

    Parece que, com o tempo, a gente vai criando mantras. Verdades absolutas. Mas aí… A vida vem e muda todas as perguntas. E a gente fica sem nenhuma resposta.

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    É possível sobreviver sem amar mais ninguém? É possível achar que não ama mais, mas ainda amar? Tem como continuar… sem amar? Hoje, eu não vou oferecer certezas. Eu quero esse espaço para sentir. E continuarei a cantarolar a canção :

    “ …Até o amor ser bom ele é tão ruim

    Tão ruim

    Até o amor ser bom ele é tão ruim

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    Tão ruim

    Até o amor ser bom ele é tão

    Ele é tão….”

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