A minha co-criação com a comunidade e o valor da escuta efetiva
Uma reflexão sobre como a escuta ativa da comunidade transforma feedback em produtos melhores
Quando eu penso na história da minha marca, existe uma coisa que sempre me vem muito forte: essa nunca foi uma jornada solitária.
Desde o começo, eu compartilhei tudo com quem me acompanha. As descobertas, os erros, os testes, as dúvidas, as misturinhas improvisadas, as bases que davam certo e as que davam muito errado também.
E talvez por isso a relação com o meu público nunca tenha sido apenas de quem vende e de quem compra.
Sempre foi uma troca.
Uma marca que nasce da escuta
Muita gente acha que quando você cria uma marca, as decisões nascem dentro de um escritório, em reuniões fechadas, com especialistas analisando números e tendências.
Claro que tudo isso existe e é importante. Mas, no meu caso, existe uma camada que vem antes disso: a escuta.
Eu escuto muito quem está do outro lado.
Escuto quando alguém comenta que uma base oxidou na pele. Escuto quando alguém fala que determinado tom poderia ser um pouco mais quente, um pouco mais neutro, um pouco mais profundo.
Escuto quando pedem um aplicador diferente, uma textura mais confortável ou um acabamento que funcione melhor na rotina real.
A vivência que o laboratório não simula
Porque quem usa o produto todos os dias tem um tipo de percepção que nenhum laboratório consegue simular completamente: a vivência.
A verdade é que muitas das melhorias, ajustes e evoluções dos nossos produtos nasceram exatamente dessa conversa constante com a comunidade.
Às vezes é um detalhe pequeno que muda completamente a experiência. Um ajuste de fórmula. Uma ampliação de tonalidades. Uma embalagem mais prática.
Confiança como base de tudo
E tudo isso só acontece porque existe uma relação de confiança.
Eu sempre acreditei que beleza não pode ser construída de forma distante da realidade das pessoas.
Se a maquiagem faz parte da vida de milhões de mulheres, faz sentido que elas também façam parte do processo de construção dela.
Muito além do consumo
Por isso eu gosto de pensar que quem compra os meus produtos não está apenas escolhendo um produto.
Está, de alguma forma, participando da história dele.
Quando alguém manda uma mensagem dizendo que encontrou finalmente o seu tom de base, ou que um produto virou parte da rotina diária, aquilo não é apenas feedback.
É informação valiosa. É direção. É aprendizado.
A força da construção coletiva
Criar uma marca de beleza no Brasil é lidar com uma diversidade enorme de peles, rotinas, climas, tons, subtons e necessidades.
E seria impossível entender tudo isso sozinha.
Por isso eu acredito muito nessa construção coletiva.
Cada comentário, cada review, cada mensagem que chega nas redes sociais carrega um pedacinho da experiência real de cada pessoa.
E quando a gente leva isso a sério, os produtos deixam de ser apenas ideias e passam a ser respostas.
Uma história construída em conjunto
No fim, eu sempre digo que a Mari Maria Makeup nasceu da minha história, mas ela cresceu porque muita gente decidiu caminhar junto.
E talvez seja justamente por isso que, para mim, o cliente nunca foi apenas consumidor.
Ele sempre foi parte do processo de criação.
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