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Abril Day: Claudia por apenas 4,00

Vanessa da Mata conta como se tornou uma administradora de sucesso

Cantora e compositora, Vanessa dá um show de empreendedorismo feminino ao administrar a Casa Natural Musical

Por Anna Laura Moura Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
28 Maio 2018, 12h45 •
 (Marcos Hermes/CLAUDIA)
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  • Compositora e cantora, com oito álbuns e dois DVDs gravados e um romance publicado, Vanessa da Mata invadiu a praia dos negócios. No início, confessa, parecia peixe fora d’água. Mas se deu bem. Celebra este mês o primeiro ano da Casa Natura Musical – seu rentável empreendimento.

    Não é sucesso só por ter jardins verticais, comida boa, bebidinha esperta e um rooftop de onde se vê o sol cair sobre o bairro paulistano de Pinheiros. O espaço para 480 pessoas sentadas ou 710 dançando se consolida como palco de encontro entre ídolos (Maria Bethânia, Tom Zé, Roberto Carlos, Gal) e jovens artistas, como As Bahias e a Cozinha Mineira ou Luedji Luna.

    Em entrevista a CLAUDIA, Vanessa conta como foi sua trajetória.

    CLAUDIA: Como aprendeu a gerir?

    Vanessa: Apanhando. Meus sócios (Paulinho Rosa e Edgard Radesca) riam da minha cara. Eu ignorava jargões dos negócios, não entendia de casa de show nem de cozinha industrial. Trazia o senso administrativo do início da carreira, quando produzia o show, o figurino e guardava a grana do aluguel, da comida.

    CLAUDIA: Que ideias levou para a Casa?

    Vanessa: A fomentação da cultura. Os músicos novos passam por uma triagem e fazem shows com nosso apoio. Para mostrar as raízes de ídolos, como Bethânia ou Gil, trazemos samba de roda baiano, folia de reis mineira, bumba meu boi. Estamos tentando parcerias com companhias aéreas para transportar, por exemplo, um grupo de maracatu rural, com 20 integrantes. Isso é juntar as pontas do Brasil antigo e do contemporâneo. Foi minha a ideia do camarote em cima do palco para as pessoas verem os artistas se preparando antes de a cortina abrir.

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    CLAUDIA: O espaço já dá lucro?

    Vanessa: É rentável oferecer uma arte mais intelectual, folclórica ou ritualística, em um local confortável, que respeita as regras de civilidade urbana desde a reforma. O material chegava aos poucos, não obstruía a calçada, a madeira é certificada e a acústica isola o som, que não atrapalha os vizinhos. Tem bicicletário para incentivar as pessoas a deixar o carro em casa. Eu só vou de bici. A casa está indo bem. Pensamos em novo endereço em outra cidade.

    CLAUDIA: O que virá por aí?

    Vanessa: Apresentar shows de graça para a comunidade em um espaço voltado para o lado de fora.

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