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Sexo em todas as idades: o que funciona melhor para cada geração?

Descubra como aprimorar sua vida sexual, superar desafios e explorar novas formas de prazer em diferentes fases da vida

Por Beatriz Lourenço
26 mar 2025, 07h00
Descubra como aprimorar sua vida sexual, superar desafios e explorar novas formas de prazer em diferentes fases da vida
Descubra como aprimorar sua vida sexual, superar desafios e explorar novas formas de prazer em diferentes fases da vida  (Pexels/Reprodução)
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O prazer e a conexão sexual não são experiências estáticas, já que o aprendizado e os gostos se transformam ao longo da vida. Cada geração traz consigo desejos e desafios – influenciados por mudanças hormonais, experiências passadas e até transformações culturais

Atualmente, os mais jovens podem se beneficiar da quantidade de informações disponíveis e  maior possibilidade de autoconhecimento. Já as pessoas mais maduras têm como encontrar novas formas de intimidade e prazer, redescobrindo o corpo e a sexualidade.

“Agora é tudo muito liberal. Se antes o sexo tinha um significado maior, hoje as coisas parecem mais banais – a relação a dois não é tão valorizada”, diz a psicóloga Marina Vasconcellos.

Geração Z (até 26 anos)

Essas pessoas têm mais acesso à informação sobre prazer e diversidade, mas isso não significa que tenham uma vida sexual totalmente satisfatória. Isso porque, apesar de serem mais abertos, muitos enfrentam inseguranças causadas por referências que a pornografia traz – que podem criar expectativas irreais. 

Para melhorar a experiência, a especialista recomenda focar na conexão emocional com o outro. “O prazer tem a ver com entrega. Se as pessoas não se conectam, a relação pode ser muito superficial”, aponta. 

Millennials (27 a 42 anos)

O estilo de vida acelerado é um dos fatores que mais afeta a libido e a intimidade das pessoas dessa geração. O excesso de responsabilidades, como carreira e filhos, muitas vezes leva a uma diminuição do desejo. 

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“Não é sempre que você vai ter tempo para o sexo. Até porque não conseguimos dar prioridade para tudo o tempo inteiro”, afirma Marina. “Entenda o seu ritmo de vida e aprenda como encaixar os momentos de conexão e prazer no dia a dia. Às vezes o sexo pode acontecer só durante o fim de semana – e isso não é um problema.”

Pensar em outras pessoas durante o sexo
(Ron Lach/Pexels)

Geração X (43 a 58 anos)

Muitos da Geração X cresceram sem uma educação sexual aberta, o que pode gerar dificuldades na comunicação sobre desejos e necessidades. Isso pode impactar tanto o prazer individual quanto a intimidade com o outro. 

Por isso, é essencial desenvolver o diálogo com o parceiro e desmistificar tabus. “Essas pessoas ainda acreditam no romance e estão aprendendo a experimentar práticas diferentes”, comenta a psicóloga.

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“A chave é manter uma boa conversa. Falar sobre suas necessidades, gostos, medos e fantasias une o casal e melhora o relacionamento a longo prazo.”

Boomers (acima de 59 anos)

O envelhecimento pode afetar a libido e a performance devido a mudanças hormonais e questões de saúde. No entanto, isso não significa que a vida sexual precise terminar. 

Para lidar com isso, casais podem explorar novas formas de prazer, como estimulação tátil e sensualidade além da penetração. Também é importante buscar apoio médico para tratar questões como disfunção erétil e secura vaginal. 

“Preste atenção no seu corpo: se alimente bem, tenha um sono de qualidade e pratique exercícios físicos. Assim, a libido deve permanecer para o resto da vida. Nesse caso, a dica é provocar situações românticas para dar uma esquentada na relação”, conta Marina. “Que tal ir em uma casa de massagem ou assistir a um filme erótico?”

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